Laserterapia com laser vermelho e infravermelho para acelerar a cicatrização de feridas crônicas — sem dor, sem cirurgia, com resultado baseado em ciência.
Rua Aquidaban, 300 — Araçatuba · (18) 99145-0813
Pacientes com feridas crônicas têm qualidade de vida comparável à de quem vive com insuficiência cardíaca ou DPOC. O impacto vai além do físico.
Cada tipo de ferida tem causa, característica e abordagem própria. Identificar corretamente é o primeiro passo para o tratamento eficaz.
Ferida associada ao diabetes — o paciente muitas vezes não sente dor pela neuropatia. Principal causa de amputação não traumática no Brasil. Exige controle glicêmico e tratamento especializado urgente.
Risco de amputaçãoFormada pela pressão prolongada em pacientes acamados. Pode atingir desde a pele até os ossos. Grave risco de infecção e sepse. Exige reposicionamento frequente e tratamento especializado multiprofissional.
Risco de sepseCausada por insuficiência venosa crônica — responsável por 70% das úlceras de perna. Bordas irregulares, exsudato abundante e dor intensa. Alta taxa de recorrência sem tratamento compressivo especializado.
Alta recorrênciaLesões de 2º e 3º grau exigem cuidados especializados e frequentemente deixam cicatrizes. A reabilitação pode ser longa e dolorosa. O laser vermelho acelera a epitelização em até 40%.
Reabilitação longaFerida cirúrgica que abre após a sutura por infecção, tensão ou má cicatrização. Compromete a recuperação pós-operatória. O tratamento com laser estimula o tecido de granulação e acelera o fechamento.
Pós-operatórioCausada pela insuficiência arterial periférica — feridas dolorosas com leito pálido ou necrótico. Associam-se a doenças cardiovasculares e tabagismo. Exige avaliação vascular antes do protocolo de laser.
Avaliação vascularEm linguagem simples: o laser envia luz de comprimento de onda específico direto para as células da ferida — e essas células respondem produzindo mais energia, mais colágeno e fechando a ferida mais rápido.
O laser emite fótons de comprimento de onda específico (vermelho ou infravermelho) que penetram nos tecidos sem aquecimento prejudicial.
A luz estimula a cadeia respiratória mitocondrial, aumentando a produção de energia celular (ATP) — o combustível da cicatrização.
Fibroblastos proliferam e produzem mais colágeno. Macrófagos ativam a limpeza da ferida. Vasos novos se formam (angiogênese).
A cicatrização é acelerada em 30 a 50% em relação ao tratamento convencional, com menos cicatriz e menor dor no processo.
Reconhecido pelo COFFITO como recurso terapêutico eficaz em feridas — com respaldo em dezenas de ensaios clínicos randomizados e revisões sistemáticas publicadas em periódicos de alto impacto.
Não é um laser só — são dois comprimentos de onda complementares, escolhidos conforme a profundidade e a fase da ferida.
Atua diretamente nas células da epiderme e derme. Estimula fibroblastos (produtores de colágeno), acelera a epitelização e promove a limpeza do leito da ferida.
Atinge tecido subcutâneo, músculo e estruturas profundas. Estimula a cadeia respiratória mitocondrial, ativa macrófagos e reduz significativamente a dor crônica associada.
Na prática clínica, os dois lasers são usados em associação: o laser vermelho trata as camadas superficiais enquanto o infravermelho atua nas estruturas mais profundas — potencializando os resultados de forma complementar e reduzindo o tempo total de cicatrização.
Laserterapia não é alternativa — é modalidade com aprovação científica internacional e reconhecimento do COFFITO para uso em feridas crônicas.
Publicações em Lasers in Medical Science e Wound Repair and Regeneration demonstram redução de 30 a 50% no tempo de fechamento em comparação ao tratamento convencional.
Estudos randomizados mostram melhora significativa na granulação e redução da área das feridas com laser infravermelho — com potencial de reduzir o risco de amputação.
Em queimaduras de 2º grau, o laser vermelho acelerou a epitelização em até 40% em relação ao controle. Em queloides, promove remodelação do colágeno e redução do volume.
Simples, sem dor, sem anestesia — e com resultados que você vê semana a semana.
Classificação do tipo, profundidade, área e fase de cicatrização. Fotografamos para acompanhar a evolução semana a semana.
Seleção do comprimento de onda (vermelho, infravermelho ou ambos), dose em J/cm² e frequência das sessões conforme a literatura.
Sessões de 5 a 15 minutos, totalmente indolores. Laser aplicado sobre o leito da ferida e bordas em varredura ou ponto a ponto.
Reavaliação periódica com fotodocumentação. Ajuste do protocolo conforme resposta clínica. Média: 2 a 3 sessões/semana.
Não. O laser terapêutico de baixa potência (LLLT) é totalmente indolor e não aquece os tecidos de forma prejudicial. O paciente pode sentir no máximo um leve aquecimento agradável em alguns casos. As sessões são feitas sem anestesia.
Depende do tipo, tamanho e tempo de evolução da ferida. Em geral, feridas crônicas precisam de 8 a 20 sessões, com frequência de 2 a 3 vezes por semana. Os resultados costumam aparecer já nas primeiras semanas — o que é verificado pelas fotos comparativas.
Não — ele complementa. Os melhores resultados são obtidos com a associação de laserterapia + curativo adequado + tratamento da causa subjacente da ferida (controle glicêmico, compressão venosa, reposicionamento etc.). O laser acelera o processo, mas o curativo correto é parte fundamental.
A laserterapia é indicada para a maioria dos pacientes com feridas crônicas, independentemente da idade. É especialmente útil em idosos, diabéticos e pacientes acamados. A avaliação clínica define o protocolo mais adequado para cada caso e identifica eventuais contraindicações.
Sim. O laser não deve ser aplicado diretamente sobre áreas com neoplasia maligna ativa, sobre os olhos (exige proteção ocular), em gestantes na região abdominal, sobre tecido infectado sem tratamento antibiótico em curso, e em feridas com suspeita de malignização. Todas são identificadas na avaliação inicial.
Muitos pacientes observam redução da dor e do exsudato já nas primeiras sessões. A redução visível da área da ferida geralmente é perceptível entre a 2ª e a 4ª semana de tratamento, dependendo do tipo e do histórico da ferida. Acompanhamos com fotos para mostrar a evolução de forma objetiva.
Avaliação clínica completa com fotodocumentação. Sem complicação, sem fila.
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