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Feridas Crônicas & Laserterapia · Araçatuba

A ferida que não fecha
tem solução.

Laserterapia com laser vermelho e infravermelho para acelerar a cicatrização de feridas crônicas — sem dor, sem cirurgia, com resultado baseado em ciência.

📞

Quer avaliar sua ferida sem compromisso?

Rua Aquidaban, 300 — Araçatuba · (18) 99145-0813

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Tratamos feridas como:
Pé diabético Úlcera por pressão Úlcera venosa Queimaduras Ferida cirúrgica Úlcera arterial
A ferida está aberta há quanto tempo?
  • 🦶
    Pé diabético Tratamos
  • 🩹
    Escara / úlcera por pressão Tratamos
  • 🦵
    Úlcera venosa (perna) Tratamos
  • 🔥
    Queimadura (2º e 3º grau) Tratamos
  • 🏥
    Ferida cirúrgica aberta Tratamos
  • 🩸
    Úlcera arterial Avaliamos
  • Mucosite oral / radioterapia Tratamos
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30–50%
Redução do tempo de cicatrização com laser
Indolor
Sessões sem dor e sem anestesia
COFFITO
Reconhecido pelo conselho de fisioterapia
+17 anos
De experiência clínica
Por que tratar com urgência

Uma ferida crônica afeta muito mais do que a pele

Pacientes com feridas crônicas têm qualidade de vida comparável à de quem vive com insuficiência cardíaca ou DPOC. O impacto vai além do físico.

Impacto Físico

  • Dor constante — muitas vezes intratável com analgésicos comuns
  • Limitação de movimento e dificuldade para caminhar ou trabalhar
  • Odor e exsudato causando desconforto permanente
  • Risco crescente de infecção, sepse e amputação
  • Curativos diários — dolorosos e trabalhosos

Impacto Emocional e Social

  • Vergonha e constrangimento pelo aspecto e odor
  • Isolamento social e afastamento de atividades de lazer
  • Ansiedade, depressão e sensação de desesperança
  • Dependência de cuidadores para troca de curativo
  • Impacto negativo nos relacionamentos afetivos

Impacto Econômico

  • Afastamento do trabalho e perda de renda
  • Alto custo com curativos, medicamentos e consultas
  • Internações hospitalares repetidas por complicações
  • Em casos graves, risco de amputação e incapacidade permanente
  • Custo emocional e financeiro para a família
Conheça os tipos

Qual é a ferida do seu familiar
ou do seu paciente?

Cada tipo de ferida tem causa, característica e abordagem própria. Identificar corretamente é o primeiro passo para o tratamento eficaz.

🦶

Pé Diabético

Ferida associada ao diabetes — o paciente muitas vezes não sente dor pela neuropatia. Principal causa de amputação não traumática no Brasil. Exige controle glicêmico e tratamento especializado urgente.

Risco de amputação
🩹

Úlcera por Pressão (Escara)

Formada pela pressão prolongada em pacientes acamados. Pode atingir desde a pele até os ossos. Grave risco de infecção e sepse. Exige reposicionamento frequente e tratamento especializado multiprofissional.

Risco de sepse
🦵

Úlcera Venosa

Causada por insuficiência venosa crônica — responsável por 70% das úlceras de perna. Bordas irregulares, exsudato abundante e dor intensa. Alta taxa de recorrência sem tratamento compressivo especializado.

Alta recorrência
🔥

Queimaduras

Lesões de 2º e 3º grau exigem cuidados especializados e frequentemente deixam cicatrizes. A reabilitação pode ser longa e dolorosa. O laser vermelho acelera a epitelização em até 40%.

Reabilitação longa
🏥

Ferida Cirúrgica Dehiscente

Ferida cirúrgica que abre após a sutura por infecção, tensão ou má cicatrização. Compromete a recuperação pós-operatória. O tratamento com laser estimula o tecido de granulação e acelera o fechamento.

Pós-operatório
🩸

Úlcera Arterial

Causada pela insuficiência arterial periférica — feridas dolorosas com leito pálido ou necrótico. Associam-se a doenças cardiovasculares e tabagismo. Exige avaliação vascular antes do protocolo de laser.

Avaliação vascular
Entenda o tratamento

O que é Laserterapia
e como ela cura feridas?

Em linguagem simples: o laser envia luz de comprimento de onda específico direto para as células da ferida — e essas células respondem produzindo mais energia, mais colágeno e fechando a ferida mais rápido.

Laser Terapêutico (LLLT / PBMT)
  • 1

    Luz entra na célula

    O laser emite fótons de comprimento de onda específico (vermelho ou infravermelho) que penetram nos tecidos sem aquecimento prejudicial.

  • 2

    Mitocôndria produz mais ATP

    A luz estimula a cadeia respiratória mitocondrial, aumentando a produção de energia celular (ATP) — o combustível da cicatrização.

  • 3

    Células se multiplicam e migram

    Fibroblastos proliferam e produzem mais colágeno. Macrófagos ativam a limpeza da ferida. Vasos novos se formam (angiogênese).

  • 4

    Ferida fecha mais rápido

    A cicatrização é acelerada em 30 a 50% em relação ao tratamento convencional, com menos cicatriz e menor dor no processo.

Reconhecido pelo COFFITO como recurso terapêutico eficaz em feridas — com respaldo em dezenas de ensaios clínicos randomizados e revisões sistemáticas publicadas em periódicos de alto impacto.

Os dois comprimentos de onda

Laser Vermelho × Laser Infravermelho

Não é um laser só — são dois comprimentos de onda complementares, escolhidos conforme a profundidade e a fase da ferida.

LASER VERMELHO
630–670 nm
Visível · Superficial
Penetração: 1–2 mm

Atua diretamente nas células da epiderme e derme. Estimula fibroblastos (produtores de colágeno), acelera a epitelização e promove a limpeza do leito da ferida.

Indicado para:
Úlceras rasas Queimadura 1º e 2º grau Fase de epitelização Cicatrizes superficiais Mucosite oral
LASER INFRAVERMELHO
780–1100 nm
Invisível · Profundo
Penetração: 3–5 cm

Atinge tecido subcutâneo, músculo e estruturas profundas. Estimula a cadeia respiratória mitocondrial, ativa macrófagos e reduz significativamente a dor crônica associada.

Indicado para:
Pé diabético profundo Úlcera por pressão avançada Feridas cavitadas Úlcera venosa espessa Dor neuropática associada

Na prática clínica, os dois lasers são usados em associação: o laser vermelho trata as camadas superficiais enquanto o infravermelho atua nas estruturas mais profundas — potencializando os resultados de forma complementar e reduzindo o tempo total de cicatrização.

Ciência por trás do tratamento

Funciona mesmo?
O que dizem as pesquisas

Laserterapia não é alternativa — é modalidade com aprovação científica internacional e reconhecimento do COFFITO para uso em feridas crônicas.

Revisões sistemáticas

Úlceras Venosas e por Pressão

30–50%
redução do tempo de cicatrização

Publicações em Lasers in Medical Science e Wound Repair and Regeneration demonstram redução de 30 a 50% no tempo de fechamento em comparação ao tratamento convencional.

Ensaios randomizados

Pé Diabético

↑ Granulação
tecidual comprovada

Estudos randomizados mostram melhora significativa na granulação e redução da área das feridas com laser infravermelho — com potencial de reduzir o risco de amputação.

Estudos clínicos

Queimaduras e Cicatrizes

40%
mais rápida a epitelização

Em queimaduras de 2º grau, o laser vermelho acelerou a epitelização em até 40% em relação ao controle. Em queloides, promove remodelação do colágeno e redução do volume.

Passo a passo

Como é o tratamento
na prática?

Simples, sem dor, sem anestesia — e com resultados que você vê semana a semana.

1

Avaliação da Ferida

Classificação do tipo, profundidade, área e fase de cicatrização. Fotografamos para acompanhar a evolução semana a semana.

2

Protocolo Individualizado

Seleção do comprimento de onda (vermelho, infravermelho ou ambos), dose em J/cm² e frequência das sessões conforme a literatura.

3

Aplicação do Laser

Sessões de 5 a 15 minutos, totalmente indolores. Laser aplicado sobre o leito da ferida e bordas em varredura ou ponto a ponto.

4

Acompanhamento da Evolução

Reavaliação periódica com fotodocumentação. Ajuste do protocolo conforme resposta clínica. Média: 2 a 3 sessões/semana.

Dúvidas frequentes

O que todo paciente
quer saber antes

O laser dói ou queima?

Não. O laser terapêutico de baixa potência (LLLT) é totalmente indolor e não aquece os tecidos de forma prejudicial. O paciente pode sentir no máximo um leve aquecimento agradável em alguns casos. As sessões são feitas sem anestesia.

Quantas sessões são necessárias?

Depende do tipo, tamanho e tempo de evolução da ferida. Em geral, feridas crônicas precisam de 8 a 20 sessões, com frequência de 2 a 3 vezes por semana. Os resultados costumam aparecer já nas primeiras semanas — o que é verificado pelas fotos comparativas.

O laser substitui o curativo?

Não — ele complementa. Os melhores resultados são obtidos com a associação de laserterapia + curativo adequado + tratamento da causa subjacente da ferida (controle glicêmico, compressão venosa, reposicionamento etc.). O laser acelera o processo, mas o curativo correto é parte fundamental.

Quem pode ser tratado com laser?

A laserterapia é indicada para a maioria dos pacientes com feridas crônicas, independentemente da idade. É especialmente útil em idosos, diabéticos e pacientes acamados. A avaliação clínica define o protocolo mais adequado para cada caso e identifica eventuais contraindicações.

Tem alguma contraindicação?

Sim. O laser não deve ser aplicado diretamente sobre áreas com neoplasia maligna ativa, sobre os olhos (exige proteção ocular), em gestantes na região abdominal, sobre tecido infectado sem tratamento antibiótico em curso, e em feridas com suspeita de malignização. Todas são identificadas na avaliação inicial.

Quando se começa a ver resultado?

Muitos pacientes observam redução da dor e do exsudato já nas primeiras sessões. A redução visível da área da ferida geralmente é perceptível entre a 2ª e a 4ª semana de tratamento, dependendo do tipo e do histórico da ferida. Acompanhamos com fotos para mostrar a evolução de forma objetiva.

A ferida pode fechar. Agende agora.

Avaliação clínica completa com fotodocumentação. Sem complicação, sem fila.

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